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Fitoesteróis: O que São e Quais Alimentos Contêm Esteróis Vegetais?

Fitoesteróis

Os fitoesteróis são compostos naturalmente encontrados em plantas que apresentam uma estrutura química muito semelhante à do colesterol. Eles fazem parte das membranas das células vegetais e estão presentes principalmente em óleos vegetais, sementes, castanhas, nozes, leguminosas, cereais integrais e gérmen de trigo.

Entre os fitoesteróis mais comuns na alimentação humana estão o beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol. Revisões recentes descrevem mais de 250 esteróis diferentes encontrados no reino vegetal, com essas três moléculas entre as formas predominantes.

O interesse pelos fitoesteróis ocorre principalmente porque eles conseguem reduzir parcialmente a absorção intestinal de colesterol, razão pela qual também são adicionados a determinados alimentos funcionais destinados ao controle do LDL.

Mas existe outra característica que costuma despertar curiosidade: os fitoesteróis compartilham com o colesterol um núcleo esteroidal formado por quatro anéis interligados.

Isso significa que fitoesteróis são “anabolizantes naturais”?

Não.

Semelhança estrutural química não significa ação farmacológica equivalente. Fitoesteróis não funcionam como testosterona e não há evidência de que os alimentos que os contêm provoquem um efeito anabólico comparável ao de esteroides anabolizantes.

Fitoesteróis: o que são?

O nome ajuda a entender o conceito:

fito = planta

esterol = uma classe específica de lipídios que possui uma estrutura esteroidal característica.

Os fitoesteróis desempenham nas plantas funções que possuem certa semelhança com algumas funções do colesterol nas células animais, especialmente relacionadas à estrutura e à organização das membranas celulares.

Mais de 250 moléculas de esteróis vegetais já foram descritas.

Na dieta humana, três aparecem com destaque:

  • beta-sitosterol;
  • campesterol;
  • estigmasterol.

Existem ainda diversas outras formas presentes em quantidades menores.

Fitoesteróis têm estrutura parecida com colesterol?

Sim.

Essa é uma das características químicas mais importantes dos fitoesteróis.

O colesterol e os principais fitoesteróis compartilham um núcleo de quatro anéis fundidos, conhecido como núcleo esteroidal. A principal diferença está nas modificações da cadeia lateral da molécula.

No beta-sitosterol e no estigmasterol, por exemplo, existem modificações adicionais no carbono 24; o campesterol também apresenta uma substituição característica nessa região.

De maneira simplificada:

MoléculaOrigem predominanteEstrutura
ColesterolAnimais e síntese humanaNúcleo esteroidal + cadeia lateral
Beta-sitosterolPlantasMuito semelhante ao colesterol, com diferença na cadeia lateral
CampesterolPlantasEstrutura semelhante, com substituição na cadeia lateral
EstigmasterolPlantasEstrutura semelhante, com diferenças na cadeia e insaturação

Essas pequenas diferenças estruturais são suficientes para produzir comportamentos metabólicos bastante diferentes no organismo humano.

Fitoesteróis são esteroides?

Quimicamente, os fitoesteróis pertencem à grande família dos esteróis, moléculas que compartilham um esqueleto esteroidal.

Isso não significa que sejam equivalentes aos esteroides anabolizantes androgênicos.

A palavra “esteroide” descreve inicialmente uma característica estrutural química. Dentro dessa enorme família estão moléculas com funções completamente diferentes.

Por exemplo:

  • colesterol;
  • testosterona;
  • estradiol;
  • cortisol;
  • aldosterona;
  • fitoesteróis.

Todas apresentam relação estrutural com o esqueleto esteroidal, mas possuem atividades biológicas profundamente diferentes.

O fato de duas moléculas compartilharem parte de sua estrutura não significa que ativem os mesmos receptores ou provoquem os mesmos efeitos.

Fitoesteróis são anabolizantes naturais?

Não.

Esse é provavelmente o ponto mais importante deste artigo.

Os esteroides anabolizantes androgênicos exercem grande parte de seus efeitos ligando-se ao receptor androgênico, promovendo sinalização capaz de modificar tecidos como músculos, pele, órgãos reprodutivos e outros sistemas.

Os fitoesteróis alimentares não apresentam esse comportamento farmacológico.

O beta-sitosterol ter uma estrutura visualmente semelhante à do colesterol — e consequentemente compartilhar parte do esqueleto químico encontrado em hormônios esteroides — não o transforma em testosterona.

Da mesma forma:

beta-sitosterol não é testosterona vegetal.

Campesterol não é um esteroide anabolizante.

Estigmasterol não funciona como hormônio masculino.

A principal atividade nutricional bem estudada dos fitoesteróis em humanos está relacionada ao metabolismo intestinal do colesterol, não à produção de efeitos anabólicos.

Quais alimentos são ricos em fitoesteróis?

Os fitoesteróis aparecem em praticamente todos os alimentos vegetais, mas as concentrações variam bastante.

Estudos de composição alimentar identificam as maiores concentrações principalmente em óleos vegetais, seguidos por leguminosas, castanhas e cereais.

As principais categorias são:

AlimentosPresença de fitoesteróis
Óleos vegetaisMuito elevada
SementesElevada
Castanhas e nozesElevada
Gérmen de trigoElevada
LeguminosasModerada a elevada
Cereais integraisModerada
Frutas e vegetaisGeralmente menor

A concentração por 100 g não representa necessariamente quanto será consumido em uma refeição. Óleos, por exemplo, podem ser muito concentrados, mas normalmente são consumidos em quantidades menores.

Óleos vegetais são ricos em fitoesteróis?

Sim.

Estão entre as fontes naturais mais concentradas.

Podem conter quantidades importantes de beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol, com a composição variando conforme a planta.

Entre os exemplos estão óleos de:

  • milho;
  • soja;
  • canola;
  • girassol;
  • gergelim;
  • azeite de oliva.

Uma análise de diferentes alimentos encontrou concentrações totais de fitoesteróis entre aproximadamente 150 e mais de 1.200 mg por 100 g em óleos vegetais, com ampla variação entre os tipos estudados.

Isso não significa que seja indicado consumir grandes quantidades de óleo para obter fitoesteróis. Óleos são altamente calóricos e precisam ser considerados dentro da alimentação total.

Castanhas e nozes possuem fitoesteróis?

Sim.

Castanhas, nozes, amêndoas e outras oleaginosas são boas fontes naturais de esteróis vegetais.

Além deles, esses alimentos oferecem:

  • gorduras predominantemente insaturadas;
  • alguma proteína;
  • fibras;
  • magnésio;
  • outros micronutrientes.

Revisões sobre a distribuição dos fitoesteróis identificam castanhas e nozes entre as principais fontes alimentares depois dos óleos vegetais.

Sementes são fontes de fitoesteróis?

Também.

Entre exemplos interessantes estão:

  • sementes de gergelim;
  • sementes de girassol;
  • sementes de abóbora;
  • linhaça.

Gergelim aparece particularmente entre alimentos vegetais reconhecidos por concentrações relevantes de fitoesteróis.

Como acontece com castanhas, sementes ainda oferecem gorduras, fibras, proteínas e minerais.

Portanto, seu interesse nutricional vai muito além dos esteróis vegetais isoladamente.

Gérmen de trigo contém fitoesteróis?

Sim.

O gérmen de trigo é uma fonte relativamente concentrada de fitoesteróis e aparece com frequência em levantamentos de alimentos vegetais ricos nessas moléculas.

O restante do grão integral também contém fitoesteróis, embora processamento e refinamento possam modificar sua concentração.

Isso ajuda a explicar por que cereais integrais geralmente fornecem mais compostos associados às diferentes partes do grão do que produtos altamente refinados.

Feijão, lentilha e outras leguminosas possuem fitoesteróis?

Sim.

Feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha e soja fornecem diferentes esteróis vegetais.

Uma análise de 119 alimentos encontrou as leguminosas entre os grupos com maiores concentrações totais depois dos óleos vegetais, com valores bastante variáveis conforme o alimento.

Além dos fitoesteróis, leguminosas oferecem:

  • proteína vegetal;
  • fibras;
  • carboidratos;
  • ferro;
  • magnésio;
  • diversos outros nutrientes.

Por isso, seu benefício nutricional não deve ser atribuído exclusivamente aos fitoesteróis.

O que é beta-sitosterol?

O beta-sitosterol é um dos fitoesteróis mais abundantes na dieta humana.

Ele apresenta uma estrutura muito semelhante à do colesterol, diferenciando-se principalmente por uma modificação na cadeia lateral.

Pode ser encontrado em:

  • óleos vegetais;
  • sementes;
  • nozes e castanhas;
  • leguminosas;
  • cereais;
  • diversos outros vegetais.

Junto ao campesterol e ao estigmasterol, é considerado um dos principais esteróis vegetais encontrados na alimentação.

O que é campesterol?

O campesterol é outro fitoesterol comum.

Sua estrutura também lembra fortemente o colesterol, mas possui uma substituição metil adicional na cadeia lateral.

É encontrado em óleos, grãos, sementes e diversos alimentos de origem vegetal.

Assim como o beta-sitosterol, pequenas quantidades podem ser absorvidas pelo intestino e aparecer na circulação, embora a absorção dos fitoesteróis seja muito inferior à do colesterol.

O que é estigmasterol?

O estigmasterol é um terceiro esterol vegetal importante.

É estruturalmente relacionado ao beta-sitosterol, apresentando diferenças na insaturação de sua cadeia lateral.

Está distribuído em vários alimentos vegetais e faz parte da composição de muitos óleos, sementes, legumes e grãos.

Apesar das diferenças moleculares entre beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol, todos pertencem ao grupo dos fitoesteróis.

Fitoesteróis e fitoestanóis são a mesma coisa?

São relacionados, mas não exatamente iguais.

Fitoesteróis possuem determinadas ligações duplas em sua estrutura.

Fitoestanóis são formas mais saturadas dessa mesma família.

Sitostanol e campestanol são exemplos.

Os fitoestanóis estão presentes naturalmente em quantidades menores em diversos vegetais e também podem ser produzidos industrialmente a partir da hidrogenação de fitoesteróis.

Tanto esteróis quanto estanóis vegetais são utilizados em alimentos funcionais voltados à redução da absorção de colesterol.

Como os fitoesteróis afetam o colesterol?

A semelhança estrutural com o colesterol permite que os fitoesteróis compitam com ele no intestino.

Durante a digestão, colesterol e outros lipídios precisam ser incorporados em estruturas chamadas micelas para serem absorvidos adequadamente.

Os fitoesteróis conseguem interferir nesse processo, reduzindo a quantidade de colesterol absorvida.

Como consequência, maior quantidade de colesterol permanece no trato gastrointestinal e é eliminada.

O fígado então responde ajustando o metabolismo das lipoproteínas, o que pode resultar em redução do LDL sanguíneo.

Fitoesteróis diminuem LDL?

Sim, especialmente quando consumidos em quantidades utilizadas em alimentos enriquecidos com fitoesteróis.

Ensaios clínicos demonstram de maneira consistente esse efeito. Em um estudo randomizado, por exemplo, uma bebida de soja contendo fitoesteróis reduziu o LDL em relação à bebida controle.

Outro ensaio de um ano com alimento enriquecido encontrou redução sustentada do colesterol total e LDL.

A FDA dos Estados Unidos também possui regulamentação específica para alegações relacionadas a esteróis/estanóis vegetais e risco de doença coronariana em determinados produtos.

Isso não significa que simplesmente comer castanhas ou feijão produza a mesma quantidade de fitoesteróis usada nos estudos com produtos enriquecidos.

A dieta habitual costuma fornecer quantidades muito menores.

Fitoesteróis são bem absorvidos pelo organismo?

Não.

Uma característica importante é que o organismo humano absorve os fitoesteróis em proporção muito pequena quando comparados ao colesterol.

Os níveis circulantes normalmente permanecem muito baixos porque existe:

  • baixa absorção intestinal;
  • eliminação eficiente de fitoesteróis absorvidos.

Essa é uma das razões pelas quais sua semelhança química com o colesterol não se traduz em comportamento idêntico no organismo.

Portanto, olhar apenas para um desenho molecular não permite prever a atividade biológica de um composto.

Fitoesterol aumenta Testosterona?

Não existe evidência suficiente para recomendar fitoesteróis como forma de aumentar testosterona.

Um ensaio randomizado de longa duração acompanhou 185 adultos durante um ano e utilizou alimento enriquecido com 1,6 g/dia de esteróis vegetais. Nos homens, não houve alteração significativa da testosterona total ou livre.

Esse resultado é particularmente útil porque responde diretamente a uma dúvida gerada pela estrutura química dos fitoesteróis.

Eles podem se parecer com colesterol.

Colesterol é precursor da testosterona.

Mas disso não decorre que fitoesteróis aumentem testosterona.

A química e o metabolismo possuem várias etapas intermediárias.

Beta-sitosterol aumenta Testosterona?

Também não existe evidência robusta de que o beta-sitosterol proveniente da alimentação funcione como elevador de testosterona em homens saudáveis.

Existem estudos com extratos vegetais que contêm beta-sitosterol, como determinadas formulações de saw palmetto, mas nesses casos há vários outros compostos simultaneamente e os resultados não podem ser atribuídos ao beta-sitosterol alimentar isoladamente.

Além disso, o ensaio de um ano com esteróis vegetais não encontrou alteração de testosterona total ou livre nos homens.

Portanto, não há base adequada para chamar beta-sitosterol de “testosterona natural”.

Fitoesteróis podem reduzir Testosterona?

Também não está demonstrado que o consumo alimentar habitual provoque redução da testosterona.

Existem hipóteses e resultados experimentais em animais sobre efeitos de doses elevadas em vias relacionadas ao metabolismo de andrógenos, mas isso não equivale a um efeito estabelecido em seres humanos.

No ensaio clínico de um ano, a ingestão de esteróis vegetais não alterou testosterona total ou livre em homens.

Assim, a evidência humana disponível não apoia nem a promessa de aumento de testosterona nem a afirmação generalizada de que fitoesteróis derrubem o hormônio.

Fitoesteróis são iguais a fitoestrogênios?

Não.

Os nomes semelhantes podem causar confusão.

Fitoesteróis são esteróis vegetais, como beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol.

Fitoestrogênios são compostos vegetais capazes de interagir, em diferentes graus, com vias relacionadas aos receptores de estrogênio.

As isoflavonas da soja, por exemplo, pertencem à categoria dos fitoestrogênios, e não dos fitoesteróis.

Isso também significa que não é correto concluir que beta-sitosterol seja estrogênio vegetal apenas por vir de plantas.

São classes químicas diferentes.

Soja reduz Testosterona por ter compostos vegetais?

Esse mito também merece separação.

A soja contém fitoesteróis, mas também isoflavonas, que pertencem à classe dos fitoestrogênios.

Uma meta-análise atualizada de 41 estudos clínicos não encontrou efeito significativo do consumo de soja ou isoflavonas sobre testosterona total, testosterona livre, estradiol ou SHBG em homens.

Portanto, a presença de compostos vegetais com estruturas ou atividades bioquímicas específicas não significa automaticamente alteração hormonal clinicamente relevante.

Existe algum risco relacionado aos fitoesteróis?

Para a população geral, quantidades alimentares são muito diferentes do quadro observado em uma doença genética rara chamada sitosterolemia.

Na sitosterolemia, mutações envolvendo os transportadores ABCG5 e ABCG8 fazem com que esteróis vegetais sejam absorvidos e acumulados de maneira anormal.

Pessoas com a doença podem apresentar concentrações de sitosterol extremamente elevadas, xantomas e aterosclerose precoce. Produtos enriquecidos com fitoesteróis ou fitoestanóis podem ser inadequados nesses indivíduos.

Esse distúrbio não representa a resposta fisiológica normal da maioria das pessoas aos fitoesteróis presentes em alimentos.

Perguntas frequentes sobre Fitoesteróis

O que são fitoesteróis?

São esteróis produzidos por plantas, estruturalmente semelhantes ao colesterol. Os principais na dieta são beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol.

Quais alimentos possuem mais fitoesteróis?

Óleos vegetais estão entre as fontes naturais mais concentradas, seguidos por sementes, castanhas, nozes, leguminosas, gérmen de trigo e cereais integrais.

Fitoesteróis são esteroides?

Eles possuem o núcleo químico característico dos esteróis e, portanto, fazem parte da ampla família estrutural esteroidal. Isso não significa que sejam hormônios ou esteroides anabolizantes.

Fitoesteróis são anabolizantes naturais?

Não. A semelhança estrutural com colesterol e outros esteroides não produz ação farmacológica equivalente à testosterona.

Beta-sitosterol é um esteroide?

É um esterol vegetal com estrutura esteroidal, mas não é um esteroide anabolizante androgênico.

Fitoesteróis aumentam Testosterona?

Não há evidência consistente disso. Em um ensaio clínico de um ano, esteróis vegetais não modificaram testosterona total ou livre em homens.

Fitoesteróis baixam o colesterol?

Podem reduzir a absorção intestinal de colesterol, e alimentos especialmente enriquecidos com esteróis vegetais demonstraram redução de LDL em ensaios clínicos.

Soja tem fitoesteróis?

Sim. Assim como outras leguminosas e óleos vegetais, a soja contém fitoesteróis. Isso não significa que eles funcionem como hormônios.

Conclusão

Os fitoesteróis são uma das classes de compostos alimentares mais interessantes para compreender a diferença entre estrutura química e ação biológica.

Beta-sitosterol, campesterol e estigmasterol possuem estruturas extremamente semelhantes ao colesterol e compartilham o conhecido núcleo esteroidal de quatro anéis. As principais diferenças aparecem na cadeia lateral e em determinadas insaturações.

Esses compostos aparecem naturalmente em alimentos vegetais. Óleos vegetais, sementes, castanhas, nozes, leguminosas, cereais integrais e gérmen de trigo estão entre as principais fontes.

Sua atividade mais bem documentada em humanos está relacionada ao colesterol. A semelhança molecular permite que fitoesteróis interfiram na absorção intestinal do colesterol, e alimentos enriquecidos demonstram redução de LDL em ensaios clínicos.

Mas essa mesma semelhança química não permite chamá-los de anabolizantes naturais.

Fitoesteróis não são testosterona e não há evidência de que o consumo alimentar de beta-sitosterol, campesterol ou estigmasterol produza efeitos musculares ou androgênicos comparáveis aos de esteroides anabolizantes. Em um ensaio clínico com duração de um ano, a ingestão de esteróis vegetais não modificou a testosterona total ou livre dos homens avaliados.

Portanto, a ligação editorial correta é:

plantas → fitoesteróis → estrutura semelhante ao colesterol → metabolismo intestinal de esteróis

e não:

estrutura esteroidal → efeito anabólico → aumento de testosterona.

Aviso: este conteúdo possui finalidade exclusivamente educativa e informativa. Não substitui avaliação médica ou nutricional e não constitui recomendação de suplementos de fitoesteróis, beta-sitosterol ou qualquer substância para alteração hormonal, ganho muscular ou tratamento do colesterol.

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